A audiência pública foi da Arcon
Pipocaram reclamações contra o
presidente da Mesa Diretora da Câmara, Wescley Tomaz, na sessão de
hoje.
O motivo foi o modo como a Audiência Pública de ontem foi conduzida, pois quem deu todas as cartas foi o pessoal da Arcon.
O vereador Isaac Dias, quem foi o autor do requerimento que motivou a audiência pública foi quem reclamou mais alto.
Houve apartes dos vereadores Cebola e Célia Martins.
Cebola disse que o vereador que apresenta o pedido da Audiência Pública é que deve presidir os tabalhos da mesma.
Célia afirmou que ficou sem saber de quem era a iniciativa da reunião, concordando que deve ser a Câmara que tem que conduzir os trabalhos.
O presidente Wescley Tomaz defendeu-se explicando que antes mesmo do requerimento de Isaac ser apresentando ele tinha conversado com o pessoal da Arcon.
Na ocasião a direção do órgão impôs uma condição para vir: que a Arcon comandasse a Audiência Pública.
Wescley garantiu que isso não vai mais acontecer daqui pra frente.
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Comentarário do blog: De fato, ficou muito esquisito ver uma Audiência Pública convocada pela Câmara ser conduzida por quem deveria estar ali para responder aos questionamentos dos que se inscreveram para falar e tinha algo para denunciar. Foi, no mínimo, uma situação desconfortável.
Tá certo que todos que se inscreveram puderam falar tudo que sentiam, mas, que ficou esquisito, ficou.
O motivo foi o modo como a Audiência Pública de ontem foi conduzida, pois quem deu todas as cartas foi o pessoal da Arcon.
O vereador Isaac Dias, quem foi o autor do requerimento que motivou a audiência pública foi quem reclamou mais alto.
Houve apartes dos vereadores Cebola e Célia Martins.
Cebola disse que o vereador que apresenta o pedido da Audiência Pública é que deve presidir os tabalhos da mesma.
Célia afirmou que ficou sem saber de quem era a iniciativa da reunião, concordando que deve ser a Câmara que tem que conduzir os trabalhos.
O presidente Wescley Tomaz defendeu-se explicando que antes mesmo do requerimento de Isaac ser apresentando ele tinha conversado com o pessoal da Arcon.
Na ocasião a direção do órgão impôs uma condição para vir: que a Arcon comandasse a Audiência Pública.
Wescley garantiu que isso não vai mais acontecer daqui pra frente.
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Comentarário do blog: De fato, ficou muito esquisito ver uma Audiência Pública convocada pela Câmara ser conduzida por quem deveria estar ali para responder aos questionamentos dos que se inscreveram para falar e tinha algo para denunciar. Foi, no mínimo, uma situação desconfortável.
Tá certo que todos que se inscreveram puderam falar tudo que sentiam, mas, que ficou esquisito, ficou.
Fonte: J.parente...
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