quarta-feira, 10 de abril de 2013

Recém-nascido morre no Hospital Municipal de Itaituba e família diz que foi negligencia medica.



O fato aconteceu em Itaituba, no oeste do Pará. Um recém-nascido faleceu na madruga da terça feira, 09, no Hospital Municipal do município e a família esta acusando o hospital por negligencia medica.

Entenda o coso: Domingo, 07, por volta das 12 horas a jovem Tainá Pereira da Silva de 16 anos de idade, moradora do Distrito de Miritituba, município de Itaituba, que estava gravida de seu primeiro filho, deu entrada no Hospital Municipal sentindo muitas dores, por volta de 1 hora a jovem entrou em trabalho de parto, segundo a família não havia nenhum medico de plantão no Hospital, apenas enfermeiras e técnicas de enfermagem, às 7h30min da manhã de segunda feira, 08, o medico Dr. Cesar (peruano) chegou para fazer o parto de Tainá que estava a mais de 15 horas com dor.

Segundo Marcilane Pereira da Silva, mãe da jovem, ela foi informada que sua filha não teria possibilidade de ter a criança normal às 7h30min, a informação era de que a criança estava atravessada, e o parto não poderia ser normal, e que eles (enfermeiras e medico) fariam uma cesariana. Depois de muito tempo tentando retirar a criança as 9h05min Bruno Pereira nasceu com vida, logo em seguida Bruno foi levado para a Unidade de Cuidados Intermediários – (UCI) do HMI.

Depois do parto Marcvilane foi informada por uma enfermeira que seu neto teria nascido como deficiência na cabeça, ela acreditou mais não se preocupou. Tainá contou a sua mãe que antes de adormecer eram vários estagiários que sentavam em cima de sua barriga forçando a saída da criança, devido a esse movimento brusco ela ainda esta com muitas dores na barriga.

Marcilane ao perguntar para um enfermeira tinha acesso a UCI sobre o estado de saúde de seu neto (Bruno) ela foi informada que não se preocupasse que a criança estava bem, com essa noticia ficou mais tranquila e foi trabalhar. Mas misteriosamente a criança veio a falecer por 4h40min da madrugada de terça feira, 08, porem a mãe da jovem só foi avisada às 08 horas da manhã.

Na hora de liberar o corpo da criança para a família, a mesma não foi examinada e não foi emitido nenhum laudo informando a causa morte da criança, mesmo assim, os familiares levaram a mesma para ser enterrada, mas, minutos antes do enterro alguém pegou na cabeça da criança e percebeu um machucado e alertou a família, que aquela situação não era normal, o enterro foi cancelado e os familiares registram uma ocorrência na delegacia de policia para que os fatos fossem apurados.

Depois que os familiares registraram a ocorrência foi que o Hospital Municipal acionou um medico particular para fazer o exame Macroscópico de Necropsia na criança para ser liberada novamente a família. Segundo o medico Dr. Diniz contratado para fazer o exame, ele encontrou a criança com aspecto, lesão externa, flacidez cadavérica, cianose na cabeça e um perfuração no braço decorre de uma agulha, ele disse ainda disse que com esse exame não dará para saber a causa morte da criança.

A mãe da jovem relatou que a gravidez de sua filha foi normal e que a mesma foi acompanhada pela medida Dr. Amélia e nunca foi detectado nada de anormal em seus exames e ultrassons, ela afirma que a morte de seu neto foi causada pelo mau atendimento que recebeu no Hospital Municipal. Marciano Custodio Martins de 25 anos de idade pai da criança, disse que, quer justiça sobre a morte do seu filho. Nossa equipe de reportagem procurou a direção do Hospital Municipal duas vezes para falar com a direção, mas ninguém quis falar sobre o assunto, depois fomos com a Secretaria de Saúde Orenice Cabral, mas não fomos recebidos por ela, resumindo ninguém falou nada sobre a morte do bebe.

Fonte: Junior Ribeiro

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